Suprema é referência nacional na aplicação do OSCE para diferentes cursos da saúde
Quando se fala em OSCE, sigla em inglês para Objective Structured Clinical Examination, muitos o associam exclusivamente à Medicina. Mas na Suprema, a metodologia é amplamente utilizada também na formação de estudantes de Odontologia, Enfermagem e Fisioterapia, reforçando o compromisso da instituição com a excelência no ensino prático.
Mais do que testar habilidades técnicas, o Exame Clínico Objetivo Estruturado (OSCE) avalia o estudante de forma completa, considerando também aspectos como ética, comunicação e tomada de decisão. Na Suprema, essa metodologia é aplicada há mais de 15 anos, sendo parte fundamental da formação prática dos alunos.
Avaliação que vai além da técnica
A proposta é clara: avaliar o estudante de forma integral, indo além das habilidades psicomotoras e cognitivas. A interação com o paciente, a postura, o acolhimento e a clareza na comunicação são aspectos fundamentais e contam tanto quanto o domínio técnico dos procedimentos.
Toda a dinâmica é acompanhada por docentes que avaliam o desempenho com base em checklists objetivos. Após a prova, alunos e professores participam de um momento de feedback, essencial para o autoconhecimento e o aperfeiçoamento contínuo.
Uma metodologia que aproxima o aluno do mercado real
Desenvolvido em 1975 pelo professor Ronald Harden, da Universidade de Dundee, o OSCE é hoje uma das formas mais completas de avaliar competências clínicas na área da saúde. A metodologia simula situações reais por meio de estações práticas, em que os estudantes precisam realizar procedimentos, interpretar dados clínicos, comunicar-se com o paciente e tomar decisões, tudo com tempo cronometrado e sob avaliação rigorosa.
Na Suprema, o OSCE é realizado de forma sistematizada, com rodízio entre 5 a 10 estações por aluno, a depender do curso. Cada estação apresenta um cenário clínico específico, com tempo determinado para leitura das instruções e execução das tarefas. São utilizados manequins, equipamentos de simulação avançada e até atores treinados, garantindo o máximo de realismo.
Thiago Casali, coordenador do curso de Fisioterapia e do Núcleo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (NDCT), explica que cerca de 10 professores participam da condução do OSCE na Fisioterapia. “São realizadas duas sessões por semestre, destinadas aos alunos dos últimos períodos (7º e 8º). A atividade começa às 7h30 e vai até por volta de meio-dia. Cada estudante passa por cerca de cinco estações, que envolvem diversas áreas da Fisioterapia, como neurofuncional, saúde da mulher, fisioterapia respiratória, traumatologia e ortopedia”, detalha.
Tradição com inovação
A adoção precoce e consistente do OSCE coloca a Suprema entre as instituições mais inovadoras do país no ensino em saúde. A estrutura oferecida para sua realização, aliada ao comprometimento com a formação prática de excelência, reforça a posição da instituição como referência nacional na aplicação da metodologia.
