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Suprema libera bolsas para Projetos de Pesquisa

14 de dezembro de 2017

Suprema libera bolsas para Projetos de Pesquisa

A Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora - Suprema, liberou o edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) para interessados em Bolsas de Iniciação Científica.


O PIBIC tem a finalidade de despertar nos estudantes a vocação científica incentivando a formação de novos pesquisadores, além de contribuir diretamente para formação de recursos humanos para pesquisa.


De acordo com a professora Ana Paula Ferreira, uma das coordenadoras do projeto de iniciação científica da Suprema, o principal objetivo é apoiar e incentivar as atividades de pesquisa, despertando um senso crítico nos estudantes desde o início da graduação, além de estimular os docentes. "Os alunos estarão sob orientação dos professores, mas é uma forma de estimular a produção científica da faculdade por meio do programa. Os dois lados ganham com isso. O professor aprimora seu campo de estudo e o aluno tem a oportunidade de iniciar a prática científica desde o começo", comenta.


A Suprema fomenta a iniciação científica desde o início e em todos seus cursos, pois entende que através do incentivo científico poderá formar egressos com caráter crítico e reflexivo. As bolsas são exclusivamente para os discentes, e cada projeto pode ser feito com até 3 estudantes. Entretanto, a bolsa vai para o projeto e é repartida entre os alunos, além do certificado de bolsista.


Ana Paula ainda explica que os critérios de avaliação do projeto de pesquisa são a avaliação metodológica, aspectos éticos e viabilidade de execução da pesquisa. "Mas o principal critério são os aspectos éticos, pois agora o projeto tem que ser submetido ao comitê de ética e pesquisa da Suprema".


Outra novidade desde ano foi a mudança de nome. "Até 2017, o programa chamava-se Programa de Iniciação Científica (PIC), mas agora tornou-se Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), para estarmos em consonância com os editais de residência, porque eles já estão utilizando essa nova terminologia. O edital sofreu algumas alterações, e o processo ficou mais fácil de visualizar", esclarece Ana Paula.


"A vantagem do PIBIC é que através da iniciação científica, o estudante tem a oportunidade de gerar uma produção acadêmica, que pode ser um artigo científico, um resumo de congresso, uma produção técnica, como por exemplo o Atlas de Histologia da professora Raquel. A gente quer realmente estimular a produção científica", afirma Ana Paula. Cada docente pode orientar até dois projetos por semestre, desde que não tenha pendências anteriores, e cada projeto pode durar até 12 meses.


Desde que o PIBIC começou, em 2007, já foram mais de 280 projetos financiados pela Suprema. "É importante investir em pesquisa científica porque a pesquisa é a base da inovação, principalmente no campo da área da saúde. Só temos acesso aos modernos medicamentos, novas técnicas, graças às pesquisas. Se não fosse a pesquisa científica estaríamos ainda estagnados no tempo. A gente precisa da ciência para evoluir", avalia.


A professora afirma que para incentivar o aluno a produzir mais, é preciso inseri-lo mais no laboratório, no hospital coletando dados, com o professor na elaboração de um projeto. "O objetivo é inserir esse aluno tanto na parte de escrita quanto na parte de coleta e análise de dados da pesquisa. Fazer ele entender realmente todo o processo da ciência."


As pesquisas estão abertas a todos os alunos de todos os cursos e devem estar sob orientação de algum docente que tenha vínculo com a Suprema. Todas as informações encontram-se no edital, e quaisquer dúvidas devem ser retiradas pelo e-mail: pic@suprema.edu.br ou através de reunião agendada na secretaria da coordenação.

 

 

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