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Alunos da Suprema são aprovados em residência de Ortopedia e Traumatologia

12 de abril de 2018

Alunos da Suprema são aprovados em residência de Ortopedia e Traumatologia

O resultado do investimento das residências médicas do HMTJ é comprovado na prática pelo sucesso de seus alunos. Renan Fernandes dos Reis, 30 anos, e Thiago Avelino Leite, 32, que participaram da segunda turma formada pelo Hospital e passaram, recentemente, com excelentes notas na prova de título da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT). Ambos já iniciaram outra especialização e falam com carinho dos três anos de intensa experiência e aprendizado no Therezinha de Jesus.


Renan fez faculdade de Medicina em Valença, interior do Rio, se formando no final de 2013. Ele passou um ano como 2º Tenente Médico na Marinha, no Rio de Janeiro, onde adquiriu muita experiência antes de se preparar para a etapa seguinte de sua carreira: se especializar em Ortopedia. Thiago se formou, em 2010, pela UFJF e, em 2015, optou por fazer a prova para seleção e ingresso na residência de Ortopedia e Traumatologia no HMTJ. Hoje, ambos já são membros titulares da SBOT.


"Como sempre foi minha vontade ser ortopedista, procurei um lugar que pudesse me moldar como ótimo profissional e esse lugar foi o HMTJ", conta Renan dos Reis, "uma residência que apesar de nova já era um lugar de excelência, vinculada à Suprema, com ótimos profissionais e um hospital 100% SUS, referência para Juiz de Fora e região". Como Renan, Thiago conta que foram três anos de residência médica com dedicação exclusiva, cirurgias, ambulatórios, plantões, provas, reuniões clínicas, muito aprendizado.


"Foi necessário muito suor, trabalho e dedicação para concluir a residência, não é um trabalho fácil, exige muita disciplina, persistência e convicção para atingir um objetivo final: me tornar um bom profissional". E completa: "eu aprendi muito sobre respeito, hierarquia, disciplina, a ser mais humano e enxergar o paciente de uma maneira holística, saber trabalhar em grupo e aprendi a abdicar de algumas coisas para ganhar outras".


Para ambos, no final da residência o grande desafio foi a prova de título. Com dois dias de duração, aconteceu em Campinas no início de março. A avaliação testa o residente de uma maneira global com prova teórica, prática, de exame físico e de habilidades. Thiago conta que a SBOT considerou também um trabalho científico seu realizado no HMTJ que, inclusive, já foi publicado na Revista Brasileira de Ortopedia (RBO). "O aprendizado conquistado no HMTJ e o auxílio dos preceptores e da chefia do Serviço foi fundamental para o sucesso, sendo a base muito importante. Eu consegui aprovação com nota 9.26, uma excelente média", conta ele com orgulho justificado.


Valdeci Manoel de Oliveira, chefe do Serviço de Ortopedia do HMTJ confirma que ambos foram excelentes residentes. E confirma a importância de uma ótima formação nesta fase do aprendizado médico, ele reafirma que o mérito de uma boa formação é 60% do próprio residente e os outros 40% cabem à instituição. Mas endossa que o grupo do HMTJ é realmente dedicado, formado por excelentes preceptores, todos com especialização e sub-especialidades que ajudam a encaminhar os seus alunos. "A residência médica é fundamental, é o último ensinamento que o médico vai ter antes que se dedique como o profissional que vai ser pelo resto de sua vida".


Novos caminhos, novos desafios


Mas o período de formação não terminou para nenhum dos dois. Renan conta que o desafio crucial do que realizou neste ponto de sua carreira foi a prova para Residência de Cirurgia da Mão - outra especialidade dentro da ortopedia, com duração de dois anos. "Este ano o exame estava muito concorrido, mas consegui passar para a Santa Casa de Belo Horizonte". Já Thiago, está morando em Recife, Pernambuco, onde faz mais uma residência, sua opção foi joelho, e ele se especializa pelo Instituto de Traumatologia e Ortopedia Romeu Krause. "Meus planos, no momento, são terminar o R4 de Joelho e continuar atuando na área com dignidade e respeito".


Renan resume bem o que foi o período experimentado no HMTJ: "trata-se de um grande aprendizado e desenvolvimento no campo profissional e da vida, que valeu a pena viver, me deu orgulho e trouxe muita satisfação, com a certeza de que eu faria tudo de novo", completa. E morando mais próximo, ele continua retornando ao HTM, participando de plantões na especialidade. E quem contou isso, com orgulho, foi o preceptor: "já pudemos ter a ajuda dele num caso complicado de mão no último final de semana". Valdeci comemora um resultado de 100% de aprovação de seus residentes no SBOT e completa que o objetivo do grupo é que este número nunca caia.

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