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Curso de Farmácia é novamente destaque em Brasília

12 de abril de 2018

Curso de Farmácia é novamente destaque em Brasília

O curso de Farmácia da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora (FCMS/JF) é selecionado mais uma vez para apresentar seu case de sucesso para o Conselho Federal de Farmácia (CFF).


A apresentação acontece novamente em Brasília, nos dias 19 e 20 de abril, e tem como função principal discutir as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Farmácia.


De acordo com a Coordenadora do curso de Farmácia da Suprema, Soraida Sozzi Miguel, esta reunião vem para consolidar o sucesso do ensino na instituição e aborda a maneira como a Faculdade conduz sua maneira de preparar o aluno.


"Naquela reunião que tivemos, em janeiro, as seis instituições escolhidas passaram as suas experiências ao CFF. Agora, dessas seis, apenas três foram convidadas a voltar e discutir as metodologias ativas. Vamos fazer uma abordagem sobre o sistema híbrido que utilizamos na Suprema. Conversaremos também sobre a nossa matriz curricular, o Programa Integrador (PI), que é destaque, o Teste de Progresso, e as metodologias ativas como a Articulação Interdisciplinar, além do OSCE, já que são poucas as Faculdades de Farmácia que realizam este tipo de prova", esclarece.


Ainda de acordo com Soraida, um dos fatores que fizeram com que desse certo o ensino na Suprema foi trabalhar com pessoas que acreditassem no projeto. "O início de tudo deve ser trabalhar com pessoas que adotam este tipo de ensino. Essa prática é centrada no estudante, o que leva a mudanças de paradigmas. Tradicionalmente, as metodologias eram focadas no professor, o centro da aprendizagem era o professor e não o aluno. Nós mudamos este paradigma, onde o centro do aprendizado é o aluno", comenta.


Para a professora, é uma grande responsabilidade da Suprema ser uma das três instituições escolhidas para falar ao CFF, pois demonstra que a Faculdade está além do que é ensinado hoje nos cursos de graduação do país. "Nós tivemos o conceito do ENADE igual a 5, o mais alto, e que apenas 6% das instituições de farmácia obtiveram. Isso reflete que nós estamos no caminho certo. E outra: estamos antecipando uma metodologia, uma diretriz curricular que ainda vai ser implantada. Nós já fazemos hoje a metodologia que está sendo prevista para os próximos anos. Estamos a frente, porque hoje estamos servindo de modelo para uma coisa que será implantada. Hoje nós estamos ensinando para mais de 600 cursos de farmácia no Brasil a experiência de sucesso que temos", avalia.


Meeting na Argentina

Além de ir a Brasília, a professora Soraida também irá viajar para Buenos Aires, na Argentina, a fim de participar de um encontro que discute protocolos de estudo sobre uma nova droga.


O meeting acontece na capital portenha nos dias 16 e 17 de abril e vai abordar as novas regulamentações desse projeto. O estudo pertence ao Centro de Pesquisa Clínica (CEPEC) do Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e é desenvolvido por diversos países.


"O CEPEC do HMTJ possui vários estudos em andamento. Um deles é o sobre o protocolo desta nova droga. A reunião será em Buenos Aires, e vai discutir sobre as metodologias que vamos desenvolver. É um estudo multicêntrico, em que vários países estão desenvolvendo, no Brasil são diversos centros que estão estudando este composto, e o CEPEC é um dos centros que fazem parte do projeto", comenta Soraida, que também é a coordenadora do CEPEC.


"Vamos ao meeting representando o CEPEC e a fim de tomar conhecimento sobre este composto, de aprofundar nesse protocolo de uma nova droga. O caso está sobre segredo e não podemos dar mais informações por questões de ética e segurança", esclarece.


O projeto conta com a participação de residentes da Suprema no HMTJ. O objetivo é a equipe se aprofundar nas diretrizes e realizar a capacitação da equipe.


O Centro de Pesquisa Clínica (CEPEC-HMTJ) foi criado em 14 de março de 2011, com o objetivo de promover a captação e a condução de estudos clínicos dentro das diretrizes de boas práticas clínicas em pesquisa (GCP/ICH), assegurando a qualidade dos dados e a integridade do paciente; atuando em estudos de diversas áreas clínicas, buscando excelência nos procedimentos e atendimento humanizado aos sujeitos de pesquisa.


O CEPEC trabalha na busca de um maior relacionamento com outras instituições de ensino e órgãos governamentais, visando sua participação em redes internacionais, nacionais e estaduais de unidades de pesquisa clínica.

 

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