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Semana de Articulação Interdisciplinar discute homofobia e racismo

13 de setembro de 2017

Semana de Articulação Interdisciplinar discute homofobia e racismo

A Semana de Articulação Interdisciplinar deste semestre começou com um debate com os alunos do primeiro período sobre racismo e homofobia e as políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Para a professora da Suprema, Michele Freitas, as políticas públicas veem para melhorar as condições da saúde e outros aspectos sociais da população. “Elas têm a função de detecção de algumas informações em relação à saúde, alguns aspectos em relações à algumas doenças como o alcoolismo. Essas políticas são implantadas a fim de melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e de buscar a cura, promoção e prevenção da saúde”, afirma Michele.

 

Ainda segundo a docente, é fundamental o desenvolvimento dessas políticas públicas de saúde para que sejam implementadas ações contra a homofobia, racismo e qualquer tipo de preconceitos. “Essas políticas sendo implantadas, e as ações sendo feitas corretamente, a gente consegue uma equidade, um dos princípios básicos do SUS, que todos tenham igualdade no atendimento em relação a qualquer indicador específico”.

 

A Articulação Interdisciplinar forma a construção do conhecimento cognitivo, comportamentos e atitudes na lógica das Unidades Acadêmicas e no Laboratório de Habilidades. Para tal, a Suprema aposta numa formação multiprofissional do corpo discente, com a ampla visão de todas as áreas da saúde. “Os alunos devem ter a formação no aspecto, não só de enxergar a saúde individual, com a presença de doença, mas sim, buscar o porquê. Nisso, entra a questão dos múltiplos determinantes sociais, das políticas públicas, onde se tem a visão de um todo. Por que aquela doença está aparecendo especificamente naquele indivíduo ou comunidade, o que está presente ali em relação às condições sociais, as condições culturais que possam estar interferindo e gerando determinados agravos. Eles têm essa visão da saúde como bem-estar, tanto social, quanto mental, e não o individual e a presença só de doenças”.

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